Se hoje eu sou estrela, amanhã já se apagou. Se hoje eu te odeio, amanhã lhe tenho amor.
Lhe tenho amor, lhe tenho horror, lhe faço amor, eu sou um ator.
Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Sobre o que é o amor, sobre o que eu nem sei quem sou.
Raul Seixas
Obliviatto
books-everywhere:

Há 280 semanas na lista dos livros mais vendidos do The New York Times e com mais de 2 milhões de exemplares vendidos apenas no Brasil, A Menina que Roubava Livros, do australiano Markus Zusak, vai virar filme!No elenco estão Sophie Nélisse (Liesel Meminger), Geoffrey Rush (Hans Huberman) e Emily Watson (Rosa Huberman).As filmagens começam esse mês, em Berlim, e o filme tem previsão de lançamento para o próximo ano.
Fonte: Editora Intrínseca

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Há 280 semanas na lista dos livros mais vendidos do The New York Times e com mais de 2 milhões de exemplares vendidos apenas no Brasil, A Menina que Roubava Livros, do australiano Markus Zusak, vai virar filme!
No elenco estão Sophie Nélisse (Liesel Meminger), Geoffrey Rush (Hans Huberman) e Emily Watson (Rosa Huberman).
As filmagens começam esse mês, em Berlim, e o filme tem previsão de lançamento para o próximo ano.

Fonte: Editora Intrínseca

Há 3 meses on Fevereiro 5th, 2013 | 59 notas
E para falar a verdade, se fôssemos analisar as pessoas em todos os seus aspectos, não creio que sobraria depois muita gente boa.
- Crime e Castigo - Fiódor Dostoiévski (via books-everywhere)
Há 3 meses on Fevereiro 5th, 2013 | 120 notas

Só eu acho que deveriam refazer o filme do Percy Jackson para poderem continuar a saga?

Há 3 meses on Fevereiro 5th, 2013 | 4 notas
books-everywhere:

A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido. Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Don Quixote e Madamme Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram, meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tomou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem necessariamente ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido. Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas.É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.Não, não dêem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, podem levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, podem estimular um curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos, em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas lêem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais, etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. E esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metrôs, ou no silêncio da alcova… Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um. Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos. Para obedecer, não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submisso. Para executar ordens, a palavra é inútil.Alem disso, a leitura promove a comunicação de dores, alegrias, tantos outros sentimentos. A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do Outro. Sim, a leitura devia ser proibida.
Ler pode tornar o homem perigosamente humano.
Guiomar de Grammont
(Simplesmente genial)

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A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido. Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Don Quixote e Madamme Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram, meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tomou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.
Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem necessariamente ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.
Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas.
É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.
Não, não dêem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, podem levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, podem estimular um curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.
Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos, em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.
O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas lêem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais, etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. E esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?
É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metrôs, ou no silêncio da alcova… Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um. Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos. Para obedecer, não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submisso. Para executar ordens, a palavra é inútil.
Alem disso, a leitura promove a comunicação de dores, alegrias, tantos outros sentimentos. A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do Outro. Sim, a leitura devia ser proibida.

Ler pode tornar o homem perigosamente humano.

Guiomar de Grammont

(Simplesmente genial)

Há 3 meses on Fevereiro 3rd, 2013 | 18 notas
Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
- O Pequeno Principe - Aintoine de Saint Exupéry (via books-everywhere)
Há 3 meses on Fevereiro 3rd, 2013 | 13 notas
A eternidade tem as suas pêndulas; nem por não acabar nunca deixa de querer saber a duração das felicidades e dos suplícios.
- Dom Casmurro - Machado de Assis (via books-everywhere)
Há 3 meses on Fevereiro 3rd, 2013 | 7 notas
Há 3 meses on Fevereiro 3rd, 2013 | 22 notas
books-everywhere:

Para os fãs de Rick Riordan, uma grande novidade: o autor já anunciou que lançará um conto inédito em maio desse ano. O interessante? Nesse conto, Percy Jackson vai se encontrar com Carter Kane!O conto que ganhou o título de “The Sono of Sobek” (O Filho de Sobek), já tem suas quatro primeiras páginas disponíveis para serem lidas em inglês na fanpage de The Kane Chronicles no Face Book.A Editora Intrínseca, que detém os direitos autorais de ambas as sagas, ainda não se pronunciou sobre o lançamento no Brasil, mas não custa torcer.Fonte: Livros em Série

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Para os fãs de Rick Riordan, uma grande novidade: o autor já anunciou que lançará um conto inédito em maio desse ano. O interessante? Nesse conto, Percy Jackson vai se encontrar com Carter Kane!
O conto que ganhou o título de “The Sono of Sobek” (O Filho de Sobek), já tem suas quatro primeiras páginas disponíveis para serem lidas em inglês na fanpage de The Kane Chronicles no Face Book.
A Editora Intrínseca, que detém os direitos autorais de ambas as sagas, ainda não se pronunciou sobre o lançamento no Brasil, mas não custa torcer.

Fonte: Livros em Série

Há 3 meses on Fevereiro 2nd, 2013 | 7 notas
books-everywhere:

Sai esse mês aqui no Brasil o décimo livro da saga House of Night, de P.C. Cast e Kristin Cast, Escondida!
Finalmente, Zoey consegue o que sempre quis: a verdadeira natureza malévola de Neferet foi desmascarada, e o Conselho Supremo dos Vampiros não está mais ao lado dela. Mesmo assim, a força da ex-Grande Sacerdotisa está longe de ser insigni¬ficante. Primeiro, um misterioso incêndio assola os estábulos. Depois, Neferet começa a jogar os humanos contra os vampiros e ataca alguém muito ligado a Zoey – tudo para tentar criar o caos no mundo. Com as sementes da destruição espalhadas na Morada da Noite, todos precisam se organizar para elaborar estratégias de defesa. Porém, isso se revela mais difícil do que nunca. Kalona, antigo inimigo do grupo de Zoey, tornou-se guerreiro e protetor da Morada da Noite. Para agravar a situação, Zoey vê algo através da pedra da vidência que mal consegue explicar a si mesma. É possível que Heath tenha retornado em uma forma diferente? É por esse motivo que Zoey está tão intrigada a respeito de Aurox, quando parece tão óbvio que ele é perigoso? E quem acreditaria se ela contasse? Em meio à tensão que começa a afetar as amizades dentro do grupo, a horda de nerds conseguirá manter-se unida para enfrentar as Trevas antes que seja tarde?
E o melhor, a Editora Novo Século, para a alegria e pela ansiedade dos fãs, disponibilizou o primeiro capítulo do livro on-line, que pode ser lido aqui.

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Sai esse mês aqui no Brasil o décimo livro da saga House of Night, de P.C. Cast e Kristin Cast, Escondida!

Finalmente, Zoey consegue o que sempre quis: a verdadeira natureza malévola de Neferet foi desmascarada, e o Conselho Supremo dos Vampiros não está mais ao lado dela. Mesmo assim, a força da ex-Grande Sacerdotisa está longe de ser insigni¬ficante. Primeiro, um misterioso incêndio assola os estábulos. Depois, Neferet começa a jogar os humanos contra os vampiros e ataca alguém muito ligado a Zoey – tudo para tentar criar o caos no mundo. Com as sementes da destruição espalhadas na Morada da Noite, todos precisam se organizar para elaborar estratégias de defesa. Porém, isso se revela mais difícil do que nunca. Kalona, antigo inimigo do grupo de Zoey, tornou-se guerreiro e protetor da Morada da Noite. Para agravar a situação, Zoey vê algo através da pedra da vidência que mal consegue explicar a si mesma. É possível que Heath tenha retornado em uma forma diferente? É por esse motivo que Zoey está tão intrigada a respeito de Aurox, quando parece tão óbvio que ele é perigoso? E quem acreditaria se ela contasse? Em meio à tensão que começa a afetar as amizades dentro do grupo, a horda de nerds conseguirá manter-se unida para enfrentar as Trevas antes que seja tarde?

E o melhor, a Editora Novo Século, para a alegria e pela ansiedade dos fãs, disponibilizou o primeiro capítulo do livro on-line, que pode ser lido aqui.

Há 3 meses on Fevereiro 2nd, 2013 | 4 notas
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Entrevista com Danilo Vecchi
“Natalie Zeniek nunca imaginou que, pouco antes de completar dezoito anos, teria sua vida completamente mudada. Após um incidente, dons sobrenaturais começaram a fazer parte da sua rotina, como o de enxergar os anjos e demônios que estavam em Polsher. O que Natalie não sabia é que o contato com um desses seres, Carsten, um jovem demônio caçador de anjos, que chamava atenção pela sua beleza, traria consequências irreparáveis, que afetaria sua família e todos que estavam a sua volta.”Esse é o começo da sinopse do livro Além do Céu e do Inferno, que está prestes a ser lançado. O livro conta a história de uma garota comum, que jamais sequer sonhara em estar entre as forças do bem e do mal. Mas em pouco tempo ve-se no meio de uma guerra de mais de 400 anos entre anjos e demônios.
Danilo Vecchi é o criador da trama, que vai ter seu livro publicado pela editora Novo Século nesse mês de fevereiro. Ele falou um pouco sobre si, suas preferências, inspirações e, é claro, a história, que em poucos dias vai estar disponível nas livrarias:
- Bom, deixa eu me apresentar para os leitores,Meu nome é Danilo, tenho 27 anos, moro na cidade de Londrina norte do Paraná. Sou formado em administração, professor de línguas estrangeiras, tudo a ver né? (risos) Sou uma cara bem tranquilo, gosto de estar com os amigos, ir ao cinema, jogar vídeo game e ler, somente livros fantasiosos, não gosto de nada muito sério. Meus livros favoritos são Susurro, Fallen e Jogos Vorazes, os dois primeiros também com temática de anjos.
Nos últimos tempos têm surgido muitos livros com a temática anjos e demônios, o que difere Além do Céu e do Inferno desses outros livros com o mesmo tema?
Bom, começamos com uma pergunta bem difícil. Como já disse, leio bastante livros com temáticas de anjos e demônios, por isso eu sei que Além do Céu e do Inferno é bem diferente de todos eles. No meu livro Natalie não é uma garota que se apaixona por um ser sobrenatural em uma escola, ela nem mesmo sabe o que ela é, após conseguir enxergar todos os anjos e demônios que estão na terra, isso já é uma diferença. Outra coisa é que o livro apesar de ter um foco na relação da Natalie e do Carsten, vai caminhar para um rumo totalmente diferente, acho que essa é a maior diferença, o romance vai ser jogado para segundo plano, e o destino da terra entra como foco principal. Tudo também é criado do meu ponto de vista, os arcanjos que conhecemos pelo nome de Rafael, Miguel, Gabriel, esses não existem mais, nem mesmo Lúcifer vive mais no meu livro, são todos novos, uma nova geração.
Como foi a construção dos personagens? De onde vieram as ideias, as características, os papeis de cada um na trama?
Tudo foi criado na minha cabeça. Alguns personagens têm características minhas, mas nenhum deles é baseado em alguém por completo. Antes de começar a escrever, eu desenvolvi um roteiro da história do começo ao fim, para facilitar meu trabalho, depois foi criando os personagens, divididos em família, amigos, lado do céu, do inferno, e ligando eles na história, e assim criando o papel de cada um na história. O mais legal foram alguns personagens, que apareceram para substituir o papel de alguns que morrem , e acabam ganhando um importância gigantesca na história, portanto, a construção deles é feita assim, agora eles podem estar bem, no próximo livro tudo pode mudar. (risos)
Muitos que sonham em publicar um livro acabam desistindo por causa das dificuldades, que vão desde bloqueios na inspiração à rejeição das editoras. Tu com certeza passou por isso, mas finalmente alcançou a publicação. A poucos dias do lançamento, como está a expectativa?
Sabe Fernanda, realmente é muito difícil publicar um livro no Brasil, e passei por rejeição sim, justamente relacionada a sua primeira pergunta, porque quando as pessoas leem a sinopse, acham que será mais um livro clichê, e acabam nem dando chance para ele. Hoje minha expectativa é gigantesca, chorei quando vi a capa do livro pela primeira vez, quando vi o livro pronto e corrigido, mas sabe quando a ficha ainda não caiu por completo? Estou assim, acho que quando estiver com o livro na minha mão, ai sim vou perceber que tudo isso é real. Nesse momento estou ansioso para ver o site oficial que logo estará pronto e o trailer, todos serão lançados agora no início de fevereiro.
O que tu espera alcançar com essa publicação? Quero dizer, que tipo de impressão tu quer causar no público?
Quero que as pessoas leiam e livro e realmente se apaixonem por ele, se conectem com os personagens, e amem esse novo mundo que eu criei, assim como os diversos livros que hoje fazem sucesso com o público. Acho que o reconhecimento do leitores por um trabalho todo seu, é a melhor coisa que um escritor espera, alias deve ser, porque eu ainda não senti isso. No mais, como sonhar não é proibido, quem sabe um dia ver a Natalie em outros idiomas e até quem sabe, ver ela em carne e osso.
Existe algum livro ou autor no qual tu se inspirou para escrever o teu livro? Seja na forma de escrever, alguns focos da história, os personagens…
Na verdade o Fallen foi o primeiro livro de anjos que eu li, não digo que ele tenha me inspirado, mas ele criou uma vontade que nunca achei que existiria em mim, de escrever meu próprio livro.
O que tu pode nos adiantar sobre as futuras continuações dessa história?
Como eu disse antes, o foco do livro vai cada vez mais caminhar para a batalha entre o bem e o mal, então podemos esperar muitos anjos e demônios lutando entre si, muito mistério, e principalmente muitas surpresas. Só posso adiantar que a Natalie vai sofrer muito, mas tudo terá um propósito muito maior. No momento estou escrevendo a continuação, e já posso dizer que estou com pena dela.Depois dessa entrevista, quem não ficou com vontade de ler? Quem quiser saber mais detalhes, ler o prólogo e os três primeiros capítulos, é só entrar na página do livro aqui. No mais, é segurar a ansiedade até o livro chegar às livrarias.
“Esta história é o início de uma saga, que mostra que onde existe amor de verdade, nem mesmo o coração mais negro e cheio de maldade prevalece, nem que para isso, esse amor precise ir além do céu e do inferno.”

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Entrevista com Danilo Vecchi

“Natalie Zeniek nunca imaginou que, pouco antes de completar dezoito anos, teria sua vida completamente mudada. Após um incidente, dons sobrenaturais começaram a fazer parte da sua rotina, como o de enxergar os anjos e demônios que estavam em Polsher.
O que Natalie não sabia é que o contato com um desses seres, Carsten, um jovem demônio caçador de anjos, que chamava atenção pela sua beleza, traria consequências irreparáveis, que afetaria sua família e todos que estavam a sua volta.”

Esse é o começo da sinopse do livro Além do Céu e do Inferno, que está prestes a ser lançado.
O livro conta a história de uma garota comum, que jamais sequer sonhara em estar entre as forças do bem e do mal. Mas em pouco tempo ve-se no meio de uma guerra de mais de 400 anos entre anjos e demônios.

Danilo Vecchi é o criador da trama, que vai ter seu livro publicado pela editora Novo Século nesse mês de fevereiro. Ele falou um pouco sobre si, suas preferências, inspirações e, é claro, a história, que em poucos dias vai estar disponível nas livrarias:

- Bom, deixa eu me apresentar para os leitores,
Meu nome é Danilo, tenho 27 anos, moro na cidade de Londrina
norte do Paraná. Sou formado em administração, professor de línguas
estrangeiras, tudo a ver né? (risos) Sou uma cara bem tranquilo, gosto
de estar com os amigos, ir ao cinema, jogar vídeo game e ler, somente
livros fantasiosos, não gosto de nada muito sério. Meus livros
favoritos são Susurro, Fallen e Jogos Vorazes, os dois primeiros
também com temática de anjos.

Nos últimos tempos têm surgido muitos livros com a temática anjos e demônios, o que difere Além do Céu e do Inferno desses outros livros com o mesmo tema?

Bom, começamos com uma pergunta bem difícil. Como já disse, leio
bastante livros com temáticas de anjos e demônios, por isso eu sei que
Além do Céu e do Inferno é bem diferente de todos eles. No meu livro
Natalie não é uma garota que se apaixona por um ser sobrenatural em
uma escola, ela nem mesmo sabe o que ela é, após conseguir enxergar
todos os anjos e demônios que estão na terra, isso já é uma diferença.
Outra coisa é que o livro apesar de ter um foco na relação da Natalie
e do Carsten, vai caminhar para um rumo totalmente diferente, acho que
essa é a maior diferença, o romance vai ser jogado para segundo plano,
e o destino da terra entra como foco principal. Tudo também é criado
do meu ponto de vista, os arcanjos que conhecemos pelo nome de Rafael,
Miguel, Gabriel, esses não existem mais, nem mesmo Lúcifer vive mais
no meu livro, são todos novos, uma nova geração.

Como foi a construção dos personagens? De onde vieram as ideias, as características, os papeis de cada um na trama?

Tudo foi criado na minha cabeça. Alguns personagens têm
características minhas, mas nenhum deles é baseado em alguém por
completo. Antes de começar a escrever, eu desenvolvi um roteiro da
história do começo ao fim, para facilitar meu trabalho, depois foi
criando os personagens, divididos em família, amigos, lado do céu, do
inferno, e ligando eles na história, e assim criando o papel de cada
um na história. O mais legal foram alguns personagens, que apareceram
para substituir o papel de alguns que morrem , e acabam ganhando um
importância gigantesca na história, portanto, a construção deles é
feita assim, agora eles podem estar bem, no próximo livro tudo pode
mudar. (risos)

Muitos que sonham em publicar um livro acabam desistindo por causa das dificuldades, que vão desde bloqueios na inspiração à rejeição das editoras. Tu com certeza passou por isso, mas finalmente alcançou a publicação. A poucos dias do lançamento, como está a expectativa?

Sabe Fernanda, realmente é muito difícil publicar um livro no Brasil,
e passei por rejeição sim, justamente relacionada a sua primeira
pergunta, porque quando as pessoas leem a sinopse, acham que será mais
um livro clichê, e acabam nem dando chance para ele. Hoje minha
expectativa é gigantesca, chorei quando vi a capa do livro pela
primeira vez, quando vi o livro pronto e corrigido, mas sabe quando a
ficha ainda não caiu por completo? Estou assim, acho que quando
estiver com o livro na minha mão, ai sim vou perceber que tudo isso é
real. Nesse momento estou ansioso para ver o site oficial que logo
estará pronto e o trailer, todos serão lançados agora no início de
fevereiro.

O que tu espera alcançar com essa publicação? Quero dizer, que tipo de impressão tu quer causar no público?

Quero que as pessoas leiam e livro e realmente se apaixonem por ele,
se conectem com os personagens, e amem esse novo mundo que eu criei,
assim como os diversos livros que hoje fazem sucesso com o público.
Acho que o reconhecimento do leitores por um trabalho todo seu, é a
melhor coisa que um escritor espera, alias deve ser, porque eu ainda
não senti isso. No mais, como sonhar não é proibido, quem sabe um dia
ver a Natalie em outros idiomas e até quem sabe, ver ela em carne e
osso.

Existe algum livro ou autor no qual tu se inspirou para escrever o teu livro? Seja na forma de escrever, alguns focos da história, os personagens…

Na verdade o Fallen foi o primeiro livro de anjos que eu li, não digo
que ele tenha me inspirado, mas ele criou uma vontade que nunca achei
que existiria em mim, de escrever meu próprio livro.

O que tu pode nos adiantar sobre as futuras continuações dessa história?

Como eu disse antes, o foco do livro vai cada vez mais caminhar para
a batalha entre o bem e o mal, então podemos esperar muitos anjos e
demônios lutando entre si, muito mistério, e principalmente muitas surpresas. Só posso adiantar que a Natalie vai sofrer muito, mas tudo
terá um propósito muito maior. No momento estou escrevendo a
continuação, e já posso dizer que estou com pena dela.

Depois dessa entrevista, quem não ficou com vontade de ler? Quem quiser saber mais detalhes, ler o prólogo e os três primeiros capítulos, é só entrar na página do livro aqui. No mais, é segurar a ansiedade até o livro chegar às livrarias.

Esta história é o início de uma saga, que mostra que onde existe amor de verdade, nem mesmo o coração mais negro e cheio de maldade prevalece, nem que para isso, esse amor precise ir além do céu e do inferno.”

Há 3 meses on Fevereiro 1st, 2013 | 19 notas
books-everywhere:

Nunca deixe as coisas que você quer te fazerem esquecer das coisas que você tem.

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Nunca deixe as coisas que você quer te fazerem esquecer das coisas que você tem.

Há 3 meses on Fevereiro 1st, 2013 | 11 notas
books-everywhere:

Bem eu. Bem nós!

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Bem eu. Bem nós!

Há 3 meses on Fevereiro 1st, 2013 | 57 notas

Pessoal, logo mais vou postar a entrevista que eu fiz com o Danilo Vecchi, que vai falar sobre o novo livro dele, a história e as continuações. Posso garantir que ficou demais! Aguardem…

Há 3 meses on Fevereiro 1st, 2013 | 3 notas
Cansei de vê-las tão unidas e amassadas sempre na mesma gaveta. Não ocupavam tanto espaço, mas eu não aguentava mais olhar pras letras ainda fechadas. Foram muitas as oportunidades que eu tive de abri-las. E nunca me faltou coragem para tal ato. Nem faltava tempo. Havia tanto tempo de sobra, onde eu as contemplava. Já eram amarelas, já tinham certa idade e pareciam me encarar. Criaram vida no meu quarto, na gaveta, em minha imaginação. E um dia, ou melhor, em uma noite, eu as abri. Era sim a letra dele disso eu não duvidava, o jeito de se expressar também. Nada meigo nada rude, era só ele e suas palavras. Li com sua voz ecoando em minha mente, li presenciado cada movimento que ele pode ter feito. Frases explodiam, frases maiores ainda que seus olhos castanhos. E eu as lia diminutivas, eu lia: ‘aquelas moças não eram nossas filhas, só poderiam ser. Uma delas tinha seu sorriso.’ Ele sabia tão bem ser magnífico. Não as li aleatoriamente pela data de envio e isso fez com que você morresse antes de ver as flores que combinariam com meu vestido de bolinhas azuis. E você em umas delas dizia: ‘não daríamos certo porque eramos errados, mas as flores combinariam tão bem com você, com seu vestido já tão velho quanto eu estou agora.’ A última carta aberta me trouxe um pequeno e feliz susto, você me dizia descaradamente ter quebrado nosso acordo: ‘eu fui mais fraco, te li ontem, você ainda é linda e agora tem cabelos brancos. Deve andar devagarinho. Seríamos ótimos companheiros em uma caminhada pelo parque. Tem um esplendido jacarandá no jardim vizinho à minha casa. Sabe amor, talvez teríamos sido ótimos companheiros de caminhada.’ Reli, agora de mim mesma a frase: teríamos sido ótimos companheiros de caminhada.
- As cartas não sumiram e um dia eu as abri – Nathaly Oliveira (desabrigo)
Há 3 meses on Fevereiro 1st, 2013 | 5 notas

Pois bem, eu sei que o pronunciamento que eu vou fazer não tem nada a ver com o tema da página, mas eu sei que vocês, leitores inteligentes e instruídos, vão entender que é por uma boa causa.
Imagine-se você, comemorando uma vitória, recém passado no vestibular, prestes a iniciar uma nova etapa na vida, prestes a conhecer novas pessoas, a realizar sonhos. E tudo isso acaba em um piscar de olhos. Foi dessa forma, na madrugada do último domingo em Santa Maria, que 234 jovens morreram, e com eles suas famílias.
Eles tinham a minha idade, a idade de vocês, dos seus amigos, dos seus irmãos, dos seus namorados e noivos, dos seus filhos. Poderiam ter sido os nossos pais ligando desesperadamente para celulares que jamais serão atendidos. Poderia ter sido qualquer um de nós.
Como sempre, nossos órgãos “competentes” são adeptos da psicologia da tragédia. Precisaram que uma desgraça horrorosa como essa viesse a acontecer antes de tomarem medidas. Agora, milhares de boates e casas noturnas estão sendo vistoriadas por todo o país. Isso vai evitar que outros pais enterrem seus filhos? Sim, com certeza. Mas não vai trazer de volta para suas famílias os 234 jovens que deixaram suas vidas para trás junto a fumaça na boate Kiss.
Prova de que a corrupção e a impunidade nesse país não tiram apenas dinheiro das carteiras, mas também tiram filhos de seus pais.
Aqui vai uma chamada principalmente para os leitores gaúchos: nós também não podemos trazer de volta à vida aqueles que se foram, mas podemos ajudar a levar de volta para suas casas aqueles que sobreviveram e estão internados nos hospitais. Então, quem puder doar sangue, doe! Vai ser o tempo mais bem gasto das suas vidas.
Para os leitores de todos os outros estados do país, ou mesmo para os gaúchos que não podem doar sangue por não atenderem aos requisitos necessários, como peso e idade, façam uma oração, um pensamento positivo, dediquem quatro ou cinco minutos do seu dia para pensar sobre a dor daquelas famílias. Independente de onde vocês são, das suas crenças e religiões, ou não-religião, as vezes um pensamento, uma palavra de conforto, é o melhor que podemos dar a alguém em tal situação.
Torcemos para que os feridos possam se recuperar e que as famílias possam seguir em frente, já que superar é impossível. E que essa desgraça sirva de exemplo para os órgãos públicos e os empresários. Talvez assim eles percebam que não estão lidando apenas com dinheiro, mas também com vidas humanas, e sejam um pouco menos hipócritas e um pouco mais humanos!
Compartilhem essa mensagem, cobrem dos governos das suas cidades e estados um pouco mais de competência, sejam mais cidadãos, ou não foi por isso que o Brasil lutou tanto para conseguir a tal da democracia?
Por fim, pedimos que providências sejam tomadas, por todas aquelas famílias e por todos nós, brasileiros. E que justiça seja feita!

Há 3 meses on Fevereiro 1st, 2013 | 1 nota